Chef Paulo Shin retorna à cena gastronômica paulistana e inaugura steakhouse Lavva na Cidade Matarazzo
Em um dos endereços mais emblemáticos de hospitalidade e criatividade em São Paulo, nasce o Lavva, uma inovadora casa de carnes que une a tradição do Korean Barbecue com a paixão brasileira pelo churrasco. O novo restaurante da Mata São Paulo marca também o retorno do chef Paulo Shin à cena paulistana, na curadoria de um projeto que proporciona criação, técnica, memória, ingredientes e ritual em torno de um elemento primordial: o fogo.
O Lavva se apresenta como um novo capítulo para as casas de carne de São Paulo. É um restaurante criado como experiência para compartilhar e vivenciar ao vivo o preparo da refeição, participando de um ritual que leva a cozinha ao estado de arte. Aqui, o fogo deixa os bastidores e ocupa o centro da mesa, em grelhas tradicionais, conduzindo o ritmo da experiência e convidando os clientes a participarem ativamente da cena, seja confiando a condução aos movimentos de uma equipe exclusiva para cada mesa, seja assumindo a grelha no próprio tempo.
Reconhecido como um dos chefs responsáveis por ampliar o repertório da culinária coreana contemporânea no Brasil, Paulo Shin retorna à restauração após três anos da sua saída do Komah, eleito o melhor asiático de São Paulo por diversas publicações especializadas. “Depois desse período dedicado a viagens e estudos, estou realizado por estar de volta nesse projeto do Lavva, com visão muito madura sobre técnica e fusão de culturas”, diz Shin. “Fui convidado por Alex Allard para fazer a curadoria do menu e o resultado é uma parte de mim e da minha filosofia de vida hoje: menos espetáculo imediato, mais gesto, processo e contemplação. Aqui, vamos proporcionar uma experiência imersiva, em que cozinhar e comer se tornam partes do mesmo ato”, completa.

FOTO: Divulgação/ Rubens Kato
A proposta do Lavva conecta a tradição da cultura coreana com a relação afetiva dos brasileiros pelo churrasco, traduzindo essa fusão em uma linguagem criativa, elegante, precisa e sensorial. A jornada começa pelas entradas, que já antecipam o cuidado técnico da casa. Entre elas, o Wagyu Steak Tartare Yukhoe, com tiras da carne cortada na faca, pera asiática e gema curada; e o Crudo de Vieiras, finalizado com notas cítricas e aromáticas. Para quem deseja elevar ainda mais a experiência, o menu permite adicionar complementos como caviar, trufas e foie gras.
Os holofotes, no entanto, estão nas grelhas instaladas no centro das mesas, onde acontece o Ritual do Fogo, apresentado em três modalidades. O Iniciação oferece cortes de Denver Steak, Ancho de Angus, Flat Iron e Galbi Marinado. Já o Elevação reúne uma seleção mais apurada, com peças raras como Flat Iron Wagyu, Chorizo Wagyu, Denver Steak, Rib Cap e Galbi Marinado. Ambos são acompanhados por doze preparações tradicionais do ritual coreano, os banchan, como kimchi de acelga, salada de batata, seleção de cogumelos e suflê de ovo, pensadas para equilibrar e acompanhar cada etapa da refeição.

FOTO: Divulgação/ Rubens Kato
Por fim, o Imersão começa com uma entrada de crudo de vieira, wagyu tartare yukhoe, salada da casa, salada de tomate e folha de perilla, seguida pelo Ritual do Fogo composto por Flat Iron Wagyu, Chorizo Wagyu, Denver Steak, Rib Cap e Galbi, com banchan set e ssam set, além de batatas fritas com caviar. O Sorbet de Cajá e a sobremesa Gergilim Negro encerram a experiência, que reúne abundância, hospitalidade e entrega.
Além das sequências, o Lavva oferece uma curadoria de cortes à la carte, permitindo que cada mesa construa sua própria experiência. Entre as opções de raças Wagyu e Angus, os cortes de carne disponíveis são Ancho, Picanha, Filet Mignon Com Osso, Chorizo, Denver Steak, Flat Iron e Rib Cap.

FOTO: Divulgação/ Rubens Kato
Idealizado por Alex Allard e projetado pelo escritório Jacobsen Arquitetura, o Lavva traduz sua proposta também na arquitetura. O espaço combina materiais naturais e gestos precisos para construir uma atmosfera que acolhe o fogo como elemento central. Paredes de taipa, técnica ancestral de construção em terra crua, imprimem textura, massa e memória ao ambiente, enquanto pedra, madeira, latão e couro aparecem em camadas que reforçam calor, profundidade e permanência.
A iluminação cênica acompanha a cadência da grelha e uma escadaria curva conecta os dois pavimentos como um gesto fluido, convidando o olhar a percorrer o restaurante no mesmo ritmo da experiência. Aqui, a arquitetura não disputa atenção com a comida, ela amplia o paladar e sustenta o tempo do fogo como fio condutor de todo o projeto.

FOTO: Divulgação/ Rubens Kato
Rua Itapeva, 569 — Bela Vista — Cidade Matarazzo
Reservas pelo Aplicativo Mata App
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FOTOS: Divulgação/ Rubens Kato

